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Diogo Marques dos Santos

sábado, 14 de agosto de 2010

O campo - comportamentos e regras



Tendo em conta que grande parte dos portugueses está de férias em Portugal ou no Estrangeiro, achou-se que seria pertinente abordar os comportamentos que devem ser praticados quando vamos de férias para o campo.

Como é de calcular, no campo confrontamo-nos com certas situações e certos hábitos que na cidade não se constatam com tanta frequência, veja-se o caso dos animais, selvagens ou domésticos, por exemplo.

Assim sendo, como nos deveremos comportar e agir numa casa no campo?

Tente manter os mesmos hábitos que tinha se estivesse em casa, por exemplo: a limpeza, a organização, a ordem e a disciplina que marcam o dia-a-dia da sua casa na cidade.

E estando a falar desta temática, torna-se relevante referir, ainda, alguns cuidados que deve ter quando se desloca para o campo, tais como:
  • Pomadas e medicamentos (para eventuais queimaduras, dores, desconforto, alergias, entre outros)
  • Roupa e acessórios adequados
  • Preparação para eventuais situações (animais, poeiras)

Boas férias e aproveite o descanso que, certamente, é merecido!

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"O presente perfeito"


"Um presente é sempre um reflexo de uma relação. Pode conter uma declaração, um agradecimento, um pedido de desculpas. Por isso mesmo, deve ser escolhido com tempo e tacto, nunca deixando que o acaso se encarregue da decisão da compra.

Em baixo, deixo algumas ideias e sugestões de presentes para elas e para eles, sempre com a ressalva de que estes devem ser pontos de partida para uma busca e não a própria descoberta.

Para elas:
  • flores
  • jóias
  • acessórios (uma carteira, um lenço, um chapéu)

Para eles
  • relógio
  • artigos gourmet (como charutos e vinhos)
  • gravatas

Para ambos:
  • uma experiência (massagem no spa, maquiagem...)
  • um objecto relacionado com um hobbie (jardinagem, golfe, ténis)
  • livros e CD

A evitar
  • roupa (é sempre difícil acertar na mouche, combinando gosto e o tamanho certo)
  • objectos íntimos ou demasiados pessoais (esses reservam-se apenas às pessoas muito chegadas)"
Fernandes, Vicky (2009), ""Chic em qualquer ocasião", A Esfera dos Livros, Lisboa

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Nós e as redes sociais


As redes sociais vieram, sem qualquer sombra de dúvida, alterar a forma como comunicamos e como interagimos com os nossos amigos, conhecidos e familiares, contudo as mesmas redes sociais, veja-se o caso do Facebook, do Twitter, do Ning, entre outras, fizeram com que os seus utilizadores perdessem alguma sensibilidade nomeadamente no que diz respeito a assuntos pessoais e de foro intimo.

Hoje em dia, e se o nosso amigo, ou nós, não tiver a sensibilidade necessária, ficamos a saber tudo o que ele faz e que é bom saber, imagine-se uma viagem que agradou, um restaurante que recomenda, um momento que marcou pela positiva, etc, e tudo o que não deve ser divulgado mas ele divulga como por exemplo: o jantar intimido com a mulher, um momento particular com a família, um jantar onde convidou a pessoa "x" e não a pessoa "y", falar mal do chefe ou do colega, entre vários outros assuntos.

Tenha atenção com o que divulga, por uma questão de segurança e para evitar problemas e situações confrangedoras. Pense sempre se o que pretende divulgar vale a pena ser público ou se não será melhor falar em privado, seja por mensagem, por telefone ou por carta.

É normal que gostemos de partilhar com as pessoas que nos querem bem e vice-versa momentos que nos marcam e situações que vivemos mas lembre-se que os excessos nunca fizeram bem a ninguém.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

A Bandeira Nacional




No último post falei sobre os símbolos nacionais da República Portuguesa e para dar seguimento a essa ideia eis a crónica que Cristina Marques Fernandes escreveu na revista "Sábado" sobre a temática.

"Pareceu-me oportuno neste momento – tendo em conta o recente Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas – abordar um tema, por excelência, de Protocolo – A Bandeira Nacional.
Por outro lado, também não é despiciendo o actual contexto de “fervor futebolístico” vivido pelos Portugueses, levando o “espírito patriótico” ao rubro… mesmo que com utilização da Bandeira Nacional em situações de gosto claramente duvidoso…
A Bandeira Nacional é um Símbolo Nacional determinado no nº 1 do artigo 11º da Constituição da República “símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”.
A respectiva utilização está legislada pelo Decreto-Lei nº 150/87, de 30 de Março, resumindo-se, de forma breve, no seguinte:

  • A Bandeira Nacional deve ocupar sempre o lugar de honra em Território Nacional ou nas Missões Diplomáticas e Consulares Portuguesas no estrangeiro;
  • Nenhuma bandeira ocupará um ponto mais alto do que o da Bandeira Nacional;
  • Em caso de luto nacional, a Bandeira Nacional é posta a meia haste;
  • É hasteada entre as 09:00h e o pôr-do-sol em todos os departamentos do Estado e, se hasteada à noite, deverá estar iluminada;
  • Em caso de colocação de duas bandeiras, a Bandeira Nacional é colocada à direita, isto é, à esquerda de quem olha de frente;
  • Se forem três bandeiras, a Bandeira Nacional é colocada ao centro.

Refiro, ainda, que a Bandeira Nacional, enquanto emblema da Pátria, deve ser mantida em excelente estado de conservação, pelo que deverá ser substituída sempre que se encontre, por exemplo, a desfazer-se ou desbotada. Enquanto Símbolo Nacional é um bem jurídico sujeito a tutela penal: quem faltar ao respeito devido à Bandeira Nacional estará sujeito a pena de prisão ou multa."

Revista: "Sábado" | Crónica: Protocolo | Cronistas Cristina Marques Fernandes & Susana de Salazar Casanova

Deixo ainda um pequeno vídeo sobre a evolução da bandeira deste a 1a dinastia até aos dias de hoje.




Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

domingo, 8 de agosto de 2010

Portugal, uma análise






Portugal, ou República Portuguesa, tal como outros países, é rico em história, património, tradições, entre outros, assim sendo achei que faria todo o sentido falar um pouco sobre a nossa identidade, embora que de uma forma muito resumida.

Informações Gerais

Nome: Portugal, oficialmente República Portuguesa
Capital: Lisboa
Língua Oficial: Português (Língua Portuguesa)
Moeda: Euro

Individualidades

Presidente da República: Senhor Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva
Mulher do Presidente da República: Senhora Dra. Maria Cavaco Silva
Presidente da Assembleia da República: Senhor Dr. Jaime Gama
Primeiro-Ministro: Senhor Eng. José Sócrates Pinto de Sousa
(consultar a Lei das Precedência do Protocolo de Estado para mais informações)

Símbolos Nacionais


Em próximos posts irei abordar cada um dos pontos com maior atenção e detalhe.

Para terminar este artigo deixo, ainda, um pequeno vídeo, que se pode encontrar no youtube, que demonstra, e bem, a nossa riqueza.



Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

"Responda Se Faz Favor: O protocolo dos convites"


"Enquanto profissionais (e não só) somos frequentemente convidados para diversos eventos: festas, espectáculos, lançamentos de livros, casamentos, inaugurações… Até aqui, nada de novo. O que nem sempre fazemos é responder ao convite. E, são várias as razões porque tal acontece.
Manda o protocolo que um convite seja respondido no menor tempo possível, preferencialmente logo após a recepção ou, no máximo, nos dias seguintes. Na maioria das vezes sabemos, no momento em que recebemos o convite, que teremos de o declinar: porque temos outros compromissos, porque estamos de férias ou, simplesmente, porque não estamos interessados em aceitar. Tudo isto é válido!
Há, contudo, um aspecto muito importante: receber um convite significa que alguém pensou em nós, que nos seleccionou num vastíssimo número de pessoas e que, naturalmente, gostaria que participássemos no evento.
Então, porque existem tantos convidados que nunca respondem ou agradecem? Acredito que a principal razão é por desconhecerem – perdoem-me a franqueza –, a importância que tem responder. O anfitrião, ao organizar um evento, seja ele de pequena ou de grande dimensão, precisa de saber o número de participantes para estimar ou ajustar custos e para efectuar um planeamento real do acontecimento em causa. Para isso precisa da nossa resposta.
O não responder a um convite para um evento em que exista marcação de lugares sentados causa transtornos incríveis à organização. No caso particular do protocolo obriga a que, em cima do acontecimento, se tenha de reorganizar rapidamente mesas de refeição ou lugares em auditório.
Deixo, de seguida, algumas indicações com o objectivo de facilitar a interpretação de algumas expressões utilizadas em convites. A sigla R.S.F.F. é o pedido de resposta e dá título à crónica (“Responda Se Faz Favor”). A designação R.S.V.P. é a expressão correspondente em língua francesa “Répondez s’il vous plaît”, usada internacionalmente mesmo em países de língua inglesa e nalguns lusófonos. Merece atenção a expressão: “só negativas” que significa que apenas responde quem não comparece ao evento.
Por fim, se tem dois ou mais convites para o mesmo dia ou semana, seleccione aquele que mais o atrai e agradeça os demais!
Susana de Salazar Casanova"

Revista: "Sábado" | Crónica: Protocolo | Cronistas: Cristina Marques Fernandes e Susana de Salazar Casanova
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Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Espreitar


Quando criei este blogue não quis utilizar a primeira pessoa, embora em alguns casos o pudesse ter feito, optei sempre por usar a terceira pessoa, contudo hoje acho que faz todo o sentido utilizar esse registo, uma vez que se trata de uma situação que se passou comigo.

Esta manhã ia no metro a ler a revista "Sábado" e eis que dou com a senhora do lado não a espreitar mas a ler integralmente o artigo daquela página.

A situação não é inédita, acho que todos já tivemos a tendência, a curiosidade ou a vontade de fazermos o mesmo/todos já vivemos situações semelhantes, eu próprio já tive, mas uma coisa é dar uma espreitadela com elegância e sem quase ser notada e outra, bem diferente, é estar com a cabeça virada para a revista -ou outro elemento- alheia. Quase que dá vontade, e acredite que me deu, de perguntar: Já leu? Posso virar a página? Então o que achou do artigo?

Parecendo que não, no meu ponto de vista, é um gesto um pouco incómodo e nada polido.

Opte sempre pela subtileza e pela elegância nas suas atitudes e nos seus gestos porque nem todas as pessoas reagem da mesma forma perante uma situação semelhante.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Comunicação Escrita (IV): Rigor na escrita






Normalmente escrever correspondência ou, pelo menos, documentos que estejam relacionados com a nossa profissão faz parte das nossas tarefas.

Esses mesmos documentos, sejam eles relatórios, cartas, e-mails, postais, entre outros, devem sempre primar pela objectividade, pela clareza e pela educação, isto é, sempre que escrever algo, seja no seu local de trabalho, seja pessoalmente, não se esqueça de ter cuidado com o registo que utiliza.

Vejamos algumas dicas, observações e don'ts que, a meu ver, podem ajudar a entender melhor esta temática:

Dicas

  • Utilizar uma linguagem cuidada e que o seu interlocutor domine
  • Usar o tratamento correcto
  • Ser objectivo
  • Ser educado
  • Ser cortês
  • Cumprir os prazos estabelecidos
  • Pedir ajuda, se necessário
  • Consultar documentação anterior, se necessário

Don'ts

  • Evitar erros ortográficos
  • Evitar falta de pontuação e acentuação
  • Evitar estrangeirismos, quando a pessoa não entende
  • Falar de assuntos pessoais utilizando o e-mail da empresa


Observações

Apenas se for estritamente necessário é que deve enviar e-mails com trabalho no final do expediente

Sugestões

Actualmente existem vários sites que nos podem ajudar quando as dúvidas surgem:


Como vê, existem pequenas regras que nos facilitam imenso a vida!

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Privacidade "financeira"




Portugal tem um dos mais modernos e sofisticados sistemas bancários a nível mundial e é por essa mesma razão que se torna cada vez mais comum o uso de cartões, débito ou crédito, em detrimento do "cash", ainda muito utilizado em países como a Bélgica, ou o cheque, muito utilizado por terras gaulesas, para efectuar pagamentos.

Perante esta constatação, e afim de acompanhar o desenvolvimento do sector financeiro, muitos foram os estabelecimentos comerciais, independentemente da sua dimensão e do seu negócio, que optaram por aderir a este tipo de pagamento, para tal usam os tão afamados TPA - Terminal de Pagamento Automático.

Após esta breve explicação estarão os meus ilustres leitores a pensar: Mas porque razão se aborda esta questão aqui? Pois que a resposta é muito simples.

Como se sabe, os cartões têm códigos e, por conseguinte, para que o "tal" pagamento seja efectuado é necessário inserir esse mesmo número, normalmente constituído por 04 dígitos, e é aí que entramos no assunto chave deste post.

Todos esperamos em filas sozinhos ou acompanhados e quando chega a altura de efectuar o pagamento é extremamente importante não esquecer que os bons modos e a boa educação devem sempre imperar, isto é, devemos esquecer aquela atitude completamente incorrecta e quase que espontânea de ver o código alheio. Se se deparar com uma situação destas, e vai deparar-se, é a coisa mais normal do mundo, olhe para o seu relógio, olhe para o ar, olhe para o lado, etc, mas não olhe para o código que o seu amigo ou o mero desconhecido que está à sua frente está a digitar.

O "simples" gesto de olhar é encarado como algo extremamente indelicado e pode ser considerado como uma invasão da privacidade da outra pessoa. Não se arrisque a "levar" uma indirecta ou a ser chamado à atenção.

Este post pode parecer completamente banal, e é, mas infelizmente existem pessoas com sensibilidade e principios bastante diferentes por isso penso que é bom relembrar, de vez em quando, algumas regras de convivência em sociedade.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"Les valises"


Já aqui se falou dos cuidados a ter no Verão, dos comportamentos que são permitidos e completamente desnecessários nos aviões por isso achei que faria todo o sentido falar sobre as bagagens.

Cada pessoa é uma pessoa e, como tal, todos nós temos certos hábitos que gostamos de praticar quando viajamos, seja de avião, de carro, de autocarro, de barco, entre outros exemplos. Exceptuando no carro, todos os outros transportes impõem, de forma mais ou menos severa, um peso standard, mediante a classe em que viajamos, e é por essa razão que temos de ter a sensibilidade de levar connosco o que realmente nos faz falta e que está de acordo com a viagem que vamos fazer, seja ela de negócios ou de lazer.

No meu ponto de vista, eis o que não pode faltar numa "valise":

Geral

Roupa confortável e que esteja em sintonia (camisas, camisolas, pólos, pullovers, jeans, t-shirts e um ou dois pares de calças mais casual)
Calçado confortável porém elegante (ténis, mocassins, sandálias e/ou um sapato mais clássico)
Casaco quente, se estivermos no Inverno, um casaco mais fresco para a Verão e um trench coat se estivermos na Primavera ou no Outono
Um conjunto mais formal: vestido (senhoras) / calça, gravata e blazer (senhores)

Outros

Roupa interior devidamente limpa e em perfeito estado
Meias (sociais e desportivas)
Pijama
Chinelos


Extras (e no caso de ir de férias):

Calções
Toalha de praia
Chinelos de praia

Acessórios

Luvas (se for no Inverno)
Lenços/cachecol (não ocupam quase espaço nenhum e são um excelente acessório se estiverem em sintonia com a indumentária escolhida)
Clutch, no caso das senhoras
Mala/saco para andar sempre convosco
Chapéu (faz-me sempre lembrar a chegada de Carrie Bradshaw, personagem da série/filme "Sex&City", a Paris)

Necessaire

No meu ponto de vista deve levar consigo todos os produtos que, normalmente, utiliza na sua higiene pessoal. Pode levar embalagens mais pequenas - e deve! - isto porque hoje em dia as medidas de segurança não nos permitem grandes "devaneios" mas mesmo assim não deixe de levar aquele creme, aquele gel ou aquele produto para o cabelo porque acha que não deve e mais tarde vai ver que pode precisar e que vai sentir falta do mesmo.


DONT'S!

Meias com buracos jamais
Roupa em mau estado ou suja
Jóias ou objectos de valor na mala de porão
Excesso de bagagem
Não transporte material electrónico na mala de porão


Dicas

Faça, sempre, uma lista de tudo o que leva consigo
Confirme, sempre, se tem tudo o que precisa consigo
Não encha a mala por completo. Lembre-se que fazer compras faz parte de qualquer viagem
Opte por adquirir um trolley, são muito fáceis de transportar


Organizar uma mala

Achei este vídeo na Internet e penso que pode ser um bom complemento a este post.




Saudações Protocolares & Bon Voyage!

Diogo Santos Rosa

domingo, 1 de agosto de 2010

Campeonato Europeu de Atletismo 2010


Realizou-se entre o dia 26 de Julho e o dia 01 de Agosto a 20a edição do Campeonato Europeu de Atletismo.

Este campeonato teve lugar no Estádio Olímpico Lluís Companys, em Barcelona, Espanha, e contou com a participação de aproximadamente 50 países europeus.

Portugal fez-se representar por vários atletas e conseguiu obter 04 medalhas (01 de prata e 03 de bronze).

No que concerne futuras edições, a 21a edição (2012) terá lugar em Hensínquia, Finlândia, e a de 22a edição (2014) em Zurique, Suiça.

Curiosidades

O campeonato que até ao presente ano se realizava de 04 em 04 anos, à semelhança dos Jogos Olímpicos, passa agora a ser realizada de 02 em 02 anos.

Links


Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

Saber estar à mesa

Legenda: Banquete em honra dos Reis da Jordânia

"Há certas frases que remetem imediatamente para a infância. Não se fala com a boca cheia! Não se põem os cotovelos na mesa! Mastiga-se sempre de boca fechada ou é a colher que vai à boca e não a boca que vai à colher.... estas são apenas algumas que me assaltam a memória... e será mais ou menos assim com todos nós. Afinal, a infância é a altura certa para incutir as regras que vamos usar durante toda a vida. Não é, portanto, novidade para ninguém encontrar estes mandamentos nos manuais de etiqueta e de boas maneiras das mais diferentes épocas. E antes, como hoje, devemos respeitá-las.

Mas se é do conhecimento geral que não se deve sorver a sopa, soprar a comida quente ou fazer qualquer tipo de ruído a comer, nem todos saberão que há movimentos subtis, implícitos ao mais mundano dos gestos.

Por exemplo, o pão que habitualmente encontramos antes da refeição, no prato à nossa esquerda, não deve ser comido de uma só vez, nem cortado com a faca, mas sim em pequenos pedaços, partidos à mão. E no que toca à manteiga fique a saber que se for servida em doses individuais, pode colocar directamente no pão, mas se assim não for devemos colocar a manteiga primeiro no prato e só depois colocar no pão

Também as saladas verdes e pastas não devem ser cortadas com a faca. As saladas já vão partidas para a mesa, deve apenas acomodá-las no garfo. Já as pastas devem ser enroladas no garfo girando sobre si mesmas, e se precisar com a ajuda de uma colher.

Para tomar o consommé, utiliza-se a colher própria - "média", sendo que no final pode beber-se directamente da taça.

Quando terminamos a sopa, a colher deve ser colocada dentro do prato de sopa, já quando se trata de um consommé deve ser colocada no prato da dita taça.

Parecem apenas pormenores, mas são mais um daqueles que podem fazer toda a diferença"

in Fernandes, Vicky (2008), Saber Estar, Lisboa, A Esfera dos Livros

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa