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Diogo Marques dos Santos

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sábado, 20 de novembro de 2010

Primeira Impressão



Depois de alguns anos a apresentar-me, seja a nível pessoal, seja a nível académico ou profissional, comecei a pensar o que seria melhor fazer para que uma apresentação fosse bem sucedida, isto porque, e infelizmente que é assim, pelo menos para mim, são precisos apenas alguns segundos para estabelecer uma impressão de uma pessoa e, normalmente, principalmente quando não há mais contacto com essa mesma pessoa, é essa primeira impressão que fica, seja ela boa ou má! 

No meu ponto de vista, são vários os factores que deve ter em consideração quando se apresenta, nomeadamente a nível de imagem e de atitude.

Quanto à imagem, francamente isso terá muito que ver com o sítio e com a situação. Analisemos um evento mais formal (ex: reunião ou jantar de negócios), nesse caso deve optar por um fato/vestido mais clássico e adequado à situação. Nada de excessos (perfume, acessórios, etc), o equilíbrio e a harmonia devem ser dois conceitos predominante na sua mente e na sua vida. 

No que concerne atitude, deve ser, e desculpem-me o uso deste pronome, mas neste momento é o que me ocorre, embora não seja o mais correcto, "você" mesmo. Não invente um personagem que não é ou um que gostaria de ser. Seja honesto, educado, polido, simpático, disponível, sorridente, cortês, elegante e natural.

Saudações Protocolares 

Diogo Santos Rosa

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Small Talk


Seja num contexto mais profissional seja num contexto mais privado todos nós nos valemos do que os anglo-saxónicos apelidam de "small talk".

Quando recebemos alguém numa empresa, por exemplo, e como bons anfitriões que devemos ser, temos de falar com ela, assim sendo devemos abordar certos assuntos que nos permitam comunicar com o nosso interlocutor sem entrarmos demasiado na sua intimidade. Normalmente, e podem constatá-lo em variadíssimas situações, existem dois ou três tópicos que são sempre, mas sempre, abordados: o tempo, a viagem (se correu bem ou mal) e se teve problemas para encontrar a instituição; se houver alguma confiança entre as pessoas pode até falar-se de outros assuntos mas estes três são os mais seguros, por assim dizer.

Se estivermos a falar num contexto mais privado podem abordar-se outros assuntos, tudo depende do objectivo que se quer ao puxar conversa com certa pessoa e do ambiente onde nos encontramos.

Independentemente da situação, a elegância e a naturalidade são sempre apreciadas.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cortesia


Hoje em dia, e infelizmente que assim é, foram-se perdendo algumas formalidades, veja-se o caso de abrir a porta do carro à entrada e à saída, ajudar a pessoa (seja homem ou mulher) a sair do mesmo, segurar a porta do elevador, cumprimentar quem partilha o elevador connosco, segurar a porta e deixar a outra pessoa passar, entre outros exemplos.

Contudo, ainda conseguimos encontrar algumas pessoas que o fazem mas por ser caso raro as mesmas são vistas como sedutoras e encantadoras, e entende-se a razão.

Pessoalmente, considero que essas atitudes/atenções são muito bem vistas e apreciadas e, claro, as mesmas são sinónimo de cortesia, de educação e de respeito.

Sempre achei de extrema elegância um senhor abrir a porta do carro à sua mulher, o administrador de uma empresa segurar a porta e deixar a senhora da limpeza passar (é real, não fantasioso), entre outros exemplos. Engane-se quem pense que a grandeza do ser humano está apenas patente nas pessoas que têm uma conta bancária com imensos zeros, uma quinta no Douro, uma herdade no Alentejo, um castelo em Itália, um apartamento em Nova Iorque ou um Palácio em França; a grandeza está nos simples mas tão apreciados gestos, na nossa elegância e na nossa forma de estar na vida, aliás não é a primeira vez que o refiro nem sou a primeira pessoa a dizê-lo.

São estas petites choses que fazem toda a diferença.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Comportamento nos transportes públicos


Seja de comboio, de barco, de metro ou de eléctrico as regras comportamentais devem ser semelhantes. Já aqui falámos sobre regras de comportamento mas achou-se que faria todo o sentido abordar, com mais detalhe, o que podemos/devemos, ou não, fazer nos transporte públicos.

O que se pode/deve fazer?
  • Respeitar o nosso espaço e o espaço alheio
  • Ceder o lugar a pessoas mais velhas, a grávidas ou pessoas com filhos pequenos
  • Levantar-se para deixar a pessoa sair ou entrar no espaço próprio para nos sentarmos
  • Ser educado (dizer com licença, obrigado/a)
  • Ter o título de transporte válido e perto de si

O que não se pode/deve fazer?
  • Falar muito alto ao telefone ou com a pessoa do lado
  • Falar sobre assuntos pessoais (seja bem ou mal)
  • Ocupar mais do que o seu lugar (não coloque sacos/malas no banco do lado)
  • Colocar-se em frente à porta porque irá condicionar as entradas e as saídas
  • Deitar papéis/latas para o chão
  • Comer (pelo menos produtos que deitem migalhas, farinha ou com molhos/cremes)
  • Discutir
  • Estragar, rasgar ou sujar

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Pedido de desculpas


Todos nós, alguma vez, devido a vários factores, podemos ter tido uma reacção mais agressiva ou menos simpática para com um familiar, um amigo, um companheiro, e note-se que pode acontecer a qualquer pessoa, contudo, e após o mal já ter sido feito, por assim dizer, a verdadeira personalidade do ser humano releva-se quando o mesmo reconhece que não esteve bem naquela situação e desculpa-se pelo sucedido.

Pedir desculpa não é sinónimo de fraqueza, é, no meu ponto de vista, sinónimo de grandeza, de educação e de genuinidade.

Mas como devemos efectuar um pedido de desculpas?

Pode chamar a pessoa à parte ou em público (depende do local onde aconteceu a situação) e pedir desculpas, pode convidar a pessoa para jantar/almoçar, pode, além do pedido de desculpas, oferecer um presente, as alternativas são imensas mas o que importa, realmente, é esclarecer o mal-entendido e tentar evitar que situações semelhantes ocorram.

Seja paciente, seja cordial e tente controlar-se, mesmo perante uma situação de stress.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sábado, 14 de agosto de 2010

O campo - comportamentos e regras



Tendo em conta que grande parte dos portugueses está de férias em Portugal ou no Estrangeiro, achou-se que seria pertinente abordar os comportamentos que devem ser praticados quando vamos de férias para o campo.

Como é de calcular, no campo confrontamo-nos com certas situações e certos hábitos que na cidade não se constatam com tanta frequência, veja-se o caso dos animais, selvagens ou domésticos, por exemplo.

Assim sendo, como nos deveremos comportar e agir numa casa no campo?

Tente manter os mesmos hábitos que tinha se estivesse em casa, por exemplo: a limpeza, a organização, a ordem e a disciplina que marcam o dia-a-dia da sua casa na cidade.

E estando a falar desta temática, torna-se relevante referir, ainda, alguns cuidados que deve ter quando se desloca para o campo, tais como:
  • Pomadas e medicamentos (para eventuais queimaduras, dores, desconforto, alergias, entre outros)
  • Roupa e acessórios adequados
  • Preparação para eventuais situações (animais, poeiras)

Boas férias e aproveite o descanso que, certamente, é merecido!

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"O presente perfeito"


"Um presente é sempre um reflexo de uma relação. Pode conter uma declaração, um agradecimento, um pedido de desculpas. Por isso mesmo, deve ser escolhido com tempo e tacto, nunca deixando que o acaso se encarregue da decisão da compra.

Em baixo, deixo algumas ideias e sugestões de presentes para elas e para eles, sempre com a ressalva de que estes devem ser pontos de partida para uma busca e não a própria descoberta.

Para elas:
  • flores
  • jóias
  • acessórios (uma carteira, um lenço, um chapéu)

Para eles
  • relógio
  • artigos gourmet (como charutos e vinhos)
  • gravatas

Para ambos:
  • uma experiência (massagem no spa, maquiagem...)
  • um objecto relacionado com um hobbie (jardinagem, golfe, ténis)
  • livros e CD

A evitar
  • roupa (é sempre difícil acertar na mouche, combinando gosto e o tamanho certo)
  • objectos íntimos ou demasiados pessoais (esses reservam-se apenas às pessoas muito chegadas)"
Fernandes, Vicky (2009), ""Chic em qualquer ocasião", A Esfera dos Livros, Lisboa

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

"Responda Se Faz Favor: O protocolo dos convites"


"Enquanto profissionais (e não só) somos frequentemente convidados para diversos eventos: festas, espectáculos, lançamentos de livros, casamentos, inaugurações… Até aqui, nada de novo. O que nem sempre fazemos é responder ao convite. E, são várias as razões porque tal acontece.
Manda o protocolo que um convite seja respondido no menor tempo possível, preferencialmente logo após a recepção ou, no máximo, nos dias seguintes. Na maioria das vezes sabemos, no momento em que recebemos o convite, que teremos de o declinar: porque temos outros compromissos, porque estamos de férias ou, simplesmente, porque não estamos interessados em aceitar. Tudo isto é válido!
Há, contudo, um aspecto muito importante: receber um convite significa que alguém pensou em nós, que nos seleccionou num vastíssimo número de pessoas e que, naturalmente, gostaria que participássemos no evento.
Então, porque existem tantos convidados que nunca respondem ou agradecem? Acredito que a principal razão é por desconhecerem – perdoem-me a franqueza –, a importância que tem responder. O anfitrião, ao organizar um evento, seja ele de pequena ou de grande dimensão, precisa de saber o número de participantes para estimar ou ajustar custos e para efectuar um planeamento real do acontecimento em causa. Para isso precisa da nossa resposta.
O não responder a um convite para um evento em que exista marcação de lugares sentados causa transtornos incríveis à organização. No caso particular do protocolo obriga a que, em cima do acontecimento, se tenha de reorganizar rapidamente mesas de refeição ou lugares em auditório.
Deixo, de seguida, algumas indicações com o objectivo de facilitar a interpretação de algumas expressões utilizadas em convites. A sigla R.S.F.F. é o pedido de resposta e dá título à crónica (“Responda Se Faz Favor”). A designação R.S.V.P. é a expressão correspondente em língua francesa “Répondez s’il vous plaît”, usada internacionalmente mesmo em países de língua inglesa e nalguns lusófonos. Merece atenção a expressão: “só negativas” que significa que apenas responde quem não comparece ao evento.
Por fim, se tem dois ou mais convites para o mesmo dia ou semana, seleccione aquele que mais o atrai e agradeça os demais!
Susana de Salazar Casanova"

Revista: "Sábado" | Crónica: Protocolo | Cronistas: Cristina Marques Fernandes e Susana de Salazar Casanova
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Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Espreitar


Quando criei este blogue não quis utilizar a primeira pessoa, embora em alguns casos o pudesse ter feito, optei sempre por usar a terceira pessoa, contudo hoje acho que faz todo o sentido utilizar esse registo, uma vez que se trata de uma situação que se passou comigo.

Esta manhã ia no metro a ler a revista "Sábado" e eis que dou com a senhora do lado não a espreitar mas a ler integralmente o artigo daquela página.

A situação não é inédita, acho que todos já tivemos a tendência, a curiosidade ou a vontade de fazermos o mesmo/todos já vivemos situações semelhantes, eu próprio já tive, mas uma coisa é dar uma espreitadela com elegância e sem quase ser notada e outra, bem diferente, é estar com a cabeça virada para a revista -ou outro elemento- alheia. Quase que dá vontade, e acredite que me deu, de perguntar: Já leu? Posso virar a página? Então o que achou do artigo?

Parecendo que não, no meu ponto de vista, é um gesto um pouco incómodo e nada polido.

Opte sempre pela subtileza e pela elegância nas suas atitudes e nos seus gestos porque nem todas as pessoas reagem da mesma forma perante uma situação semelhante.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Privacidade "financeira"




Portugal tem um dos mais modernos e sofisticados sistemas bancários a nível mundial e é por essa mesma razão que se torna cada vez mais comum o uso de cartões, débito ou crédito, em detrimento do "cash", ainda muito utilizado em países como a Bélgica, ou o cheque, muito utilizado por terras gaulesas, para efectuar pagamentos.

Perante esta constatação, e afim de acompanhar o desenvolvimento do sector financeiro, muitos foram os estabelecimentos comerciais, independentemente da sua dimensão e do seu negócio, que optaram por aderir a este tipo de pagamento, para tal usam os tão afamados TPA - Terminal de Pagamento Automático.

Após esta breve explicação estarão os meus ilustres leitores a pensar: Mas porque razão se aborda esta questão aqui? Pois que a resposta é muito simples.

Como se sabe, os cartões têm códigos e, por conseguinte, para que o "tal" pagamento seja efectuado é necessário inserir esse mesmo número, normalmente constituído por 04 dígitos, e é aí que entramos no assunto chave deste post.

Todos esperamos em filas sozinhos ou acompanhados e quando chega a altura de efectuar o pagamento é extremamente importante não esquecer que os bons modos e a boa educação devem sempre imperar, isto é, devemos esquecer aquela atitude completamente incorrecta e quase que espontânea de ver o código alheio. Se se deparar com uma situação destas, e vai deparar-se, é a coisa mais normal do mundo, olhe para o seu relógio, olhe para o ar, olhe para o lado, etc, mas não olhe para o código que o seu amigo ou o mero desconhecido que está à sua frente está a digitar.

O "simples" gesto de olhar é encarado como algo extremamente indelicado e pode ser considerado como uma invasão da privacidade da outra pessoa. Não se arrisque a "levar" uma indirecta ou a ser chamado à atenção.

Este post pode parecer completamente banal, e é, mas infelizmente existem pessoas com sensibilidade e principios bastante diferentes por isso penso que é bom relembrar, de vez em quando, algumas regras de convivência em sociedade.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"Les valises"


Já aqui se falou dos cuidados a ter no Verão, dos comportamentos que são permitidos e completamente desnecessários nos aviões por isso achei que faria todo o sentido falar sobre as bagagens.

Cada pessoa é uma pessoa e, como tal, todos nós temos certos hábitos que gostamos de praticar quando viajamos, seja de avião, de carro, de autocarro, de barco, entre outros exemplos. Exceptuando no carro, todos os outros transportes impõem, de forma mais ou menos severa, um peso standard, mediante a classe em que viajamos, e é por essa razão que temos de ter a sensibilidade de levar connosco o que realmente nos faz falta e que está de acordo com a viagem que vamos fazer, seja ela de negócios ou de lazer.

No meu ponto de vista, eis o que não pode faltar numa "valise":

Geral

Roupa confortável e que esteja em sintonia (camisas, camisolas, pólos, pullovers, jeans, t-shirts e um ou dois pares de calças mais casual)
Calçado confortável porém elegante (ténis, mocassins, sandálias e/ou um sapato mais clássico)
Casaco quente, se estivermos no Inverno, um casaco mais fresco para a Verão e um trench coat se estivermos na Primavera ou no Outono
Um conjunto mais formal: vestido (senhoras) / calça, gravata e blazer (senhores)

Outros

Roupa interior devidamente limpa e em perfeito estado
Meias (sociais e desportivas)
Pijama
Chinelos


Extras (e no caso de ir de férias):

Calções
Toalha de praia
Chinelos de praia

Acessórios

Luvas (se for no Inverno)
Lenços/cachecol (não ocupam quase espaço nenhum e são um excelente acessório se estiverem em sintonia com a indumentária escolhida)
Clutch, no caso das senhoras
Mala/saco para andar sempre convosco
Chapéu (faz-me sempre lembrar a chegada de Carrie Bradshaw, personagem da série/filme "Sex&City", a Paris)

Necessaire

No meu ponto de vista deve levar consigo todos os produtos que, normalmente, utiliza na sua higiene pessoal. Pode levar embalagens mais pequenas - e deve! - isto porque hoje em dia as medidas de segurança não nos permitem grandes "devaneios" mas mesmo assim não deixe de levar aquele creme, aquele gel ou aquele produto para o cabelo porque acha que não deve e mais tarde vai ver que pode precisar e que vai sentir falta do mesmo.


DONT'S!

Meias com buracos jamais
Roupa em mau estado ou suja
Jóias ou objectos de valor na mala de porão
Excesso de bagagem
Não transporte material electrónico na mala de porão


Dicas

Faça, sempre, uma lista de tudo o que leva consigo
Confirme, sempre, se tem tudo o que precisa consigo
Não encha a mala por completo. Lembre-se que fazer compras faz parte de qualquer viagem
Opte por adquirir um trolley, são muito fáceis de transportar


Organizar uma mala

Achei este vídeo na Internet e penso que pode ser um bom complemento a este post.




Saudações Protocolares & Bon Voyage!

Diogo Santos Rosa

domingo, 1 de agosto de 2010

Saber estar à mesa

Legenda: Banquete em honra dos Reis da Jordânia

"Há certas frases que remetem imediatamente para a infância. Não se fala com a boca cheia! Não se põem os cotovelos na mesa! Mastiga-se sempre de boca fechada ou é a colher que vai à boca e não a boca que vai à colher.... estas são apenas algumas que me assaltam a memória... e será mais ou menos assim com todos nós. Afinal, a infância é a altura certa para incutir as regras que vamos usar durante toda a vida. Não é, portanto, novidade para ninguém encontrar estes mandamentos nos manuais de etiqueta e de boas maneiras das mais diferentes épocas. E antes, como hoje, devemos respeitá-las.

Mas se é do conhecimento geral que não se deve sorver a sopa, soprar a comida quente ou fazer qualquer tipo de ruído a comer, nem todos saberão que há movimentos subtis, implícitos ao mais mundano dos gestos.

Por exemplo, o pão que habitualmente encontramos antes da refeição, no prato à nossa esquerda, não deve ser comido de uma só vez, nem cortado com a faca, mas sim em pequenos pedaços, partidos à mão. E no que toca à manteiga fique a saber que se for servida em doses individuais, pode colocar directamente no pão, mas se assim não for devemos colocar a manteiga primeiro no prato e só depois colocar no pão

Também as saladas verdes e pastas não devem ser cortadas com a faca. As saladas já vão partidas para a mesa, deve apenas acomodá-las no garfo. Já as pastas devem ser enroladas no garfo girando sobre si mesmas, e se precisar com a ajuda de uma colher.

Para tomar o consommé, utiliza-se a colher própria - "média", sendo que no final pode beber-se directamente da taça.

Quando terminamos a sopa, a colher deve ser colocada dentro do prato de sopa, já quando se trata de um consommé deve ser colocada no prato da dita taça.

Parecem apenas pormenores, mas são mais um daqueles que podem fazer toda a diferença"

in Fernandes, Vicky (2008), Saber Estar, Lisboa, A Esfera dos Livros

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

sábado, 31 de julho de 2010

Exaltar-se em público


Sempre me fez imensa confusão ver pessoas a discutir em público e por não gostar de presenciar/vivenciar situações dessa natureza opto, sempre, e acho que é mesmo assim que deve ser, pela diplomacia, independentemente da situação que motivou aquele episódio.

É normal que nem sempre tudo decorra da melhor forma isto porque pode haver um dia em que não estamos bem, que estamos mais sensíveis, etc, mas mesmo assim deveremos ter sempre em mente que o nosso interlocutor não tem nada que ver com isso.

Agressões psicológicas, exaltações e situações confrangedoras são perfeitamente desnecessárias mesmo nas ocasiões mais descabidas e absurdas. Se, de facto, se sentir agredido tente resolver a situação, caso veja que a mesma está descontrolada então deve chamar o superior hierárquico e, em último caso, ou talvez não, peça o livro de reclamações afim de expor o sucedido.

De todas as formas, seja sempre educado e cortês com quem o atende! Educação gera educação e conflito gera conflito!

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

domingo, 25 de julho de 2010

Respeitar filas


Todos sabemos que Portugal não é um exemplo de organização e cumprimento de regras por isso é preciso ser eternamente sensível e diplomático pois esta é a única forma de conseguirmos viver de uma forma civilizada.

Todos nós já estivemos numa fila, seja numa repartição de finanças, num supermercado, num banco, num aeroporto, entre outros, e devemos ter em consideração que não estamos sozinhos e que as outras pessoas também querem seguir os seus caminhos e, normalmente, estão tão apressadas como nós.

Torna-se muito complicado, e até delicado, debitar regras comuns tendo anteriormente referido que existem inúmeras situações em que isto pode acontecer por isso achei pertinente separar por tópicos, nomeadamente:

Regras gerais
  1. Respeitar as pessoas que estão à nossa frente e atrás de nós
  2. Não "furar" filas
  3. Não ser arrogante
  4. Não ser indelicado com o funcionário nem com os restantes utentes/clientes (Não faça aos outros aquilo que não gostaria que lhe fizessem a si)
  5. Se se sentir lesado, agredido ou descontente reclame (livro de reclamações)
Regras Específicas

- Estabelecimentos comerciais (ex: lojas, supermercados, entre outros)

  1. Seja célere quando coloca os produtos que adquiriu nos respectivos sacos
  2. Tenha o cartão, cheque ou dinheiro perto de si
  3. Não compre mais do que as suas posses lhe permitem
  4. Confirme se tem tudo o que tinha previsto comprar

Aeroportos

- Check-in

  • Tenha o BI/CC ou Passaporte consigo
  • Tenha o bilhete consigo
- Segurança (barreiras)
  • Não tenha a mala fechada com cadeados
  • Tenha o BI/CC ou Passaporte ao pé de si
  • Tenha o bilhete de embarque consigo
  • Não se esqueça que todos os aparelhos electrónicos (mp3, itouch, laptops, entre outros) devem ser retirados
  • Não transporte líquidos, excepto se os mesmos estiverem dentro das regras estabelecidas (ver regras)
  • Tenha uma lista com todos os itens que leva consigo na viagem (mala de mão e de porão)

Serviços (ex: Centros de Saúde, Finanças, Segurança Social, entre outros)

  • Se o serviço tiver uma linha de apoio é preferível inteirar-se de todos os documentos que necessita levar consigo e qual o procedimento a seguir ao invés de se deslocar ao local e ainda pedir explicações
  • Tente levar os documentos devidamente preenchidos
  • Se tiver dúvidas concretas faça essa referência, isto no caso de não haver linha de apoio
Excepções

  • Permita a passagem de pessoas mais velhas, mulheres grávidas e pessoas com crianças de colo.

São algumas regras simples mas que podem fazer toda a diferença.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Praia - Regras e conselhos


Estamos na altura de férias e todos nós rumamos à praia para nos divertirmos, nos bronzearmos e descansarmos de um ano de trabalho.

Mas claro que até na praia temos de seguir certas regras, nomeadamente regras de saúde e de civilização.

Regras de Saúde
  1. Não frequente a praia no horário mais crítico: 12h 00/16h 00
  2. Leve roupas frescas e não provocativas
  3. Coloque protector
  4. Beba muita água
  5. Coma fruta e/ou refeições ligeiras (uma salada ou uma sandwich)
  6. Leve e utilize um Chapéu-de-Sol
Regras de civilização
  1. Não ponha música alta, hoje em dia existem tantos mecanismos e aparelhos que lhe permite usufruir da sua música sem incomodar ninguém
  2. Ande cuidadosamente e certifique-se que não deita areia para cima de ninguém
  3. Não corra na areia (excepto à beira mar)
  4. Não molhe as pessoas (É horrível quando estamos a tentar entrar na água, que em alguns casos está gelada, e alguém, nomeadamente os jovens, se decidem a correr desalmadamente para a água molhando todos os que os rodeiam)
  5. Não deite lixo para a areia
  6. Não deite cigarros para a areia
Conselhos e Dicas

Leve um livro, uma revista o seu itouch e desfrute o máximo que conseguir (sorriso!)

São apenas algumas dicas mas que podem fazer toda a diferença.

Saudações Protocolares

Diogo Santos Rosa